Voltando ao pastorado feliz e seguro no lar
novembro 2, 2016
Refeição com todos à mesa
novembro 7, 2016

Se quiser que as pessoas sob minha liderança respeitem e apreciem umas às outras; se o meu desejo é que elas adotem o costume de encorajar umas às outras, terei de servir de modelo, mostrando como se faz determinada coisa.

As pessoas querem confiar nos seus líderes. Querem crer que se pode confiar na palavra deles e que eles praticam aquilo que dizem. A credibilidade é fundamental: se você não crê no mensageiro, é provável que não crerá na mensagem.

O envolvimento pessoal é uma genuína expressão de preocupação com o bem-estar dos outros. Tal envolvimento contribuirá para o desenvolvimento de confiança e parceria. A liderança não se pode exercer a distância. Ela consiste em relacionamento, e os relacionamentos se formam somente quando as pessoas se mantêm em contato umas com as outras.

Devido às diferenças entre um tipo de personalidade e outro, nem todo líder terá facilidade em encorajar os liderados. Mas o jeito é começar, e por meio de experiências, aprender a ser um eficiente encorajador de pessoas.

Quem sabe você adota o alvo de expressar gratidão a alguém, mesmo da maneira mais informal, cada dia. Essa ideia não é novidade. E tal encorajamento é de especial importância num ambiente como o da igreja, onde quase todos os que exercem os diversos ministérios são voluntários, não contratados. Ali, eles precisam sentir profundamente, no coração, que o seu trabalho tem sentido e é apreciado.

Trecho de artigo publicado na Revista MDA nº 3

Fonte

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *