Rede de Socorro
julho 1, 2013
Se cure e desperte a unção que lhe foi imposta pela imposição de mãos.
julho 4, 2013
Texto de referencia: Eclesiastes 2: 1-11 e 13-15….
 
A vaidade (chamada também de orgulho ou soberba) é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada.
A vaidade é mais utilizada também hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho, a exemplo de Narciso.

Uma pessoa vaidosa pode ser gananciosa, por querer obter algo valioso, mas é só para causar inveja aos outros. Um ser humano invejoso, por sua vez, identifica com bastante facilidade um outro ser humano vaidoso, pois os dois vicios se complementam, e um é objeto do outro.
O que pelas lentes de alguns é asseio, glamour, fantasia, amor ao belo ou elevação da auto-estima, pelas lentes de outros pode ser (ou parecer) vaidade.
Nos Ensaios de Montaigne há um capítulo sobre vaidade. Um escritor brasileiro, Flávio Gikovate, tem se dedicado a analisar a influência da vaidade na vida das pessoas e seus impactos na sociedade.
Sinônimos de Vaidade
Sinônimo de vaidade: alarde, inanidade, jactância, orgulho, ostentação, soberbia, ufania e vanglória
 
Exemplos com a palavra vaidade:
“Visivelmente tenso, Cabral voltou a fazer um discurso pautado por elogios ao presidente e criticou os governantes que privilegiam projetos pessoais, em recado indireto a Lindberg. “Quando as autoridades deixam de lado os interesses do povo para colocar à frente um projeto pessoal, por vaidade, quem mais sofre é o povo”, disse Cabral. Folha de São Paulo, 18/08/2009”
 
Frases com a palavra vaidade:
É mais difícil ferir a nossa vaidade justamente quando foi ferido o nosso orgulho.
— Friedrich Nietzsche
Cada um tem a sua vaidade, e a vaidade de cada um é o seu esquecimento de que há outros com alma igual. (Fernando Pessoa; “Autobiografia sem Factos”. (Assírio & Alvim, Lisboa, 2006, p. 88))
“Há algo maior do que o orgulho, e mais nobre do que a vaidade, a modéstia; e algo mais raro que a modéstia é a simplicidade”. (suivi de De l’universalité de la langue française : sujet proposé par l’Académie de Berlin en 1785″‎ – Página 171, Antoine de Rivarol – chez Cocheris, 1797 – 240 páginas)
Pq amados oq temos q aprender aqui q a cegueira da vaidade impede o agir de Deus em nossas vidas, pois vai de encontra um dos maiores exemplos de Jesus Cristo nos ensinou e nos mandou fazer q é renunciar-se a si mesmo (Mt 16 e Mc 8)… Pois a vaidade é inimiga da renuncia…
O orgulho que se alimenta da vaidade termina em desprezo.” (The Way to Wealth” in “Memoirs of Benjamin Franklin”‎ – Volume II Página 479, de Benjamin Franklin, William Temple Franklin, William Duane – Publicado por M’Carty & Davis, 1834)
“Agradar a si mesmo é orgulho; aos demais, vaidade.” (Mélange – página 185, Paul Valéry – Gallimard, 1941 – 244 páginas)
 
Numa das fábulas de La Fontaine, o corvo estava empoleirado num galho da árvore e gostosamente segurava no bico um delicioso queijo. A raposa, atraída pelo cheiro do petisco, e com muita fome, resolveu “tentar” a ave. E então começou a elogiar o corvo.
“Senhor corvo, como você é bonito! Que linda plumagem tem! Olhe, eu acho que, se sua voz for tão linda como a sua aparência, você é o campeão de beleza da floresta!”
E o corvo não se conteve. Para mostrar sua bela voz, abriu o grande bico, e deixou cair o queijo. Era o que a raposa queria. Enquanto o tolo tentava cantar alguma coisa, com sua voz desafinada, a esperta raposa tomou posse do gostoso lanche e lhe disse:
“Aprenda, meu amigo, que todo lisonjeador vive às custas daquele que o escuta!”
A lição do corvo valeu o queijo perdido. E quantas vezes nos deixamos levar pelas insinuações do inimigo quando ele toca na nossa vaidade. Quantas vezes deixamos cair o que temos de mais precioso: nossa alegria, paz, a santidade, nossos dias de vida, o dia de hoje.
Infelizmente, insistimos em buscar o nosso enaltecimento eterno. buscamos destronar  Deus, no intuito de fazermo-nos deuses, esquecendo que por esse motivo fomos banidos e estamos agora pagando o preço.
Enchemo-nos de ego, de preconceito, da idolatria do eu, de ganância, de poder.
esvaziamo-nos de ética, moral, do conhecimento do que seja puro, santo e verdadeiro.
 
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” (Fp 4:8)
Infelizmente, observamos em muitas situações então a inversão dos valores, justamente para a negação do que é santo, do que é puro, real e verdadeiro. Assim verificamos a quem de fato servimos. Infelizmente, muitos estão servindo a satanás e seus valores.
Passamos a vida reinventando o conhecimento, buscando desculpas, para, quando velhos, entender que tudo é vaidade.
Passamos a vida saindo da presença de Deus para, no final, entender que a Ele devemos nos voltar.
“Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o. Porém o povo lhe não respondeu nada.” (1 Rs 18:21)
“Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.” (Js 24:15).
As pessoas vaidosas confiam em si mesmos, tendo uma irresistível vontade de não se obrigarem a nenhum compromisso com Deus, mas sim com elas próprias, não se negando a nenhum prazer, satisfazendo aos seu desejos carnais. Isso faz com que estejam, pelo menos temporariamente no controle de suas vidas. Porém a colheita vem de forma súbita e então percebem a incapacidade de controlar suas próprias vidas. Colhem frutos amargos que os limitam em termos de gratidão a Deus. A falta de gratidão por sua vez, os leva a mais uma vez confiarem somente neles mesmos e então este ciclo continua até que a disposição da mudança ocorra. Um bom exemplo deste ciclo é o que acontecia ao povo de Israel no Deserto. Eles não confiavam no Senhor, em consequência não demonstravam compromisso com Ele, sendo assim sofriam calamidades e por fim murmuravam continuamente. Este ciclo durou 40 anos e pode também durar uma vida toda. 
Existem pessoas que nunca abandonam sua autosuficiência, elas não confiam em Deus e também não tem compromisso com ele. Elas sofrem as consequências da separação e por fim não compreendem seu sofrimento, culpando a Deus por isso. Com isso elas continuam confiando em si mesmas, continuam não sendo comprometidas com Deus, continuam sofrendo a consequências de seus atos e continuamente alimentam sua murmuração, ira, angústia e amargura.
Uma coisa temos que aprender hoje: “UMA PESSOA GRATA SE TORNA UMA PESSOA COMPROMETIDA” PQ QDO TEM GRATIDÃO, HÁ CONFIANÇA, HÁ FRUTOS DOCES, HÁ OBEDIÊNCIA E LEALDADE AO SENHOR….
Não podemos esmorecer; devemos rejeitar as coisas vergonhosas, sem ocultá-las, não andando com soberba e arrogância, nem adulterando a palavra de Deus. Nossa conduta deve ser como a de Jesus, servindo de espelho a todas as pessoas, pela manifestação da verdade. Se o Evangelho ainda não é manifesto através de nós, será que não estamos com um rombo nos sentidos, insensíveis, embotados como o povo do tempo de Moisés?
Qual evangelho temos pregado e/ou vivido, aquilo que “achamos” sem ler a Bíblia, ou A Verdade porque temos lido e obedecido ao que Deus manda através da Bíblia? (Isso se estamos pregando a Deus..)..
 Portanto, temos que honrar o sacrifício do Senhor Jesus Cristo por nós, para termos uma vida de renuncia pessoal e de compromisso com Ele, através da nossa obediência e leadade, dando-lhe um fruto doce, agradável e Santo a Ele…
 

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