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Uma ótima destreza que os discipuladores deveriam possuir é a de corrigir. Os discipuladores são como espelhos que ajudam os aprendizes a ver o que os impede de ser tudo o que Deus quer que eles sejam. Os discipuladores não atacam o caráter dos discípulos, mas seguram  o “espelho” e diz: ‘está vendo isso?’

Se um discipulador construiu uma relação de confiança e segurança, os discípulos se inclinarão mais para aceitar a correção. Eles pensarão: “Meu discipulador se preocupa comigo, assim eu posso escutar o que ele me diz”.

Todos os cristãos são responsáveis por seguir a Cristo com integridade. Mas numa relação de mentor-aprendiz, temos um nível de responsabilidade maior incluso na prestação de contas. Se as ações ou hábitos laborais de um aprendiz são inconsistentes com suas metas e compromissos estabelecidos, o mentor precisa mencioná-lo.

Alguém já descreveu o ato da confrontação, por parte do discipulador, como “fazer limpar uma ferida”. Às vezes precisamos tratar limpar uma ferida. A ferida limpa é direta, não uma punhalada pelas costas, nem um comentário tortuoso ou sarcástico. Essas são feridas profundas.

Uma ferida limpa é também uma ferida que eu ajudei a cuidar. Nunca faria um confronto a menos que esteja disposto a ficar durante todo o processo com a pessoa, e converter-me em parte da solução. As feridas limpas saram, mas as feridas profundas não.

Compilado da apostila Discipulado bíblico, do SEMDA

DISCIPULADO.

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